já não sou moche
até já
A Princesa de Ouros, mais conhecida como Carlota Pipoca, lembrou-me toda a letra já meio esquecida…
Joker, vais ter saudades, não vais?!
Broas de mel, já caem do céu
Não temos tempo a perder
Amanhã é Natal e nós ah ah ah ah
Nós temos tudo por fazer
O pinheiro ideal vamos ter de encontrar
Para o enfeitarmos então
Nem pequeno, nem grande
tem de ser elegante
Nós faremos um figurão
Pode o tempo moer a alma. Podem as mágoas fazer-se valer. Pode o sol mostrar-se insuficiente para o mais célere dos batimentos. A arritmia sufoca-nos o peito e tudo parece descarrilado.
Descarrilam emoções e contradições. Descarrilamos nós por entre os caminhos que docemente traçámos.
E alguém nos diz para largar, para deixar ir. Alguém nos diz para cortar. Alguém nos diz para deixar a bateria acabar.
E nós, cientes do que somos, da pele que nos resguarda a alma, deixamo-nos ir. Damos um passo a seguir ao outro. Fechamos os olhos e acreditamos.
Lembramos por fim que a cada dia se torna mais fácil. Que por cada vez que damos um passo atrás, damos, mais rapidamente, dois à frente.
E com isso ainda vamos sumando umas pedras…
Podem os poetas falar por mim até porque em cada palavra se ouve uma voz. Uma voz capaz de entrelaçar os sentidos, de os despertar. Podem os poetas e pode a fadista… Tudo o que direi serão apenas pedaços de mim, pedaços que encontro nestas notas…
Há gente que fica na história da história da gente e outras de quem nem o nome lembramos ouvir.
Palavras nuas que beijas
Quando a noite perde o rosto;
Palavras que se recusam
Aos muros do teu desgosto.
Mas que sempre me guardasses os anéis do meu cabelo
Sou uma emoção estrangeira,
Um erro de sonho ido…
Canto de qualquer maneira
E acabo com um sentido!
A falar não posso dar-me. Mas ponho a alma a cantar e as almas sabem escutar-me.
Pois tudo em meu redor
Me diz que estás sempre comigo
Mas logo os teus olhos disseram que não,
E o sol penetrou no meu coração
Dentro do meu peito, estás sempre comigo
Nem sempre a saudade é triste, nem sempre a saudade é pranto e dor. Se em paga saudade existe, a saudade não dói tanto amor.
Por quanto é sem fim
Sem ninguém que o conte
Caminhais em mim.
Olha o sol que vai nascendo, anda ver o mar.
Trago um fado no meu canto
Na minh’alma vem guardado
Vem por dentro do meu espanto
A procura do meu fado
Só o teu amor é tão real. Só o teu amor…
Pode a noite ter outra cor
Pode o vento ser mais frio
Pode a lua subir no céu
Eu já vou descendo o rio…
Eu trago a estrada da vida guardada na minha mão. Que pensa perder-se na ida com medo de não ter partida dentro do meu coração.
Ó gente da minha terra
Agora é que eu percebi
Esta tristeza que tra
go Foi de vós que recebi
Rastejando no pó
Meu coração cansado
Lembra uma velha nora
Morrendo à sede de água.
E adormeço nos seus braços de guitarra
Doce embalo que renasce a cada dia
Esse sonho de cantar a madrugada
Que foi berço num tasco da Mouraria
Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes mas, não
esqueço de que minha vida é a maior empresa do mundo, e posso evitar que ela
vá à falência.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver apesar de todos os DESAFIOS,
incompreensões e períodos de crise. Ser feliz é deixar de ser vítima dos
problemas e se tornar um AUTOR da própria história.
É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no
recôndito da sua alma.
É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida. Ser feliz é não ter
medo dos próprios sentimentos. É saber falar de si mesmo. É ter coragem para
ouvir um “não”. É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.
PEDRAS no caminho?
Guardo todas, um dia vou construir um CASTELO…
Fernando Pessoa

fajão, Agosto de 2005
a quem me enviou pelo vento o poema: gosto mil! (do poema e da pessoa que o fez chegar até mim) obrigado por tudo… por ter querido estar por perto…
Arrepia! Arrepia inexplicavelmente. Talvez pelo sussurro, pela melodia cíclica, pela simplicidade… Ouvi num manhã da antena 3 e não a esqueci. Ficou o nome no tlm para que mais tarde a pudesse encontrar.
E encontrei.
E arrepiei-me…
Não consigo encontrar a música apenas, por isso aqui fica o myspace. Ouçam!
A pele que há em mim
http://www.myspace.com/fraiseavantgarde
Este ano tem qualquer coisa de difícil entendimento… Em dois meses sinto que, em termos teóricos, pouco aprendi… E isso custa-me! Custa-me sentir que me atiram areia para os olhos…
Entretanto há uma pedra que pouco me sai das maos… Tem este símbolo:
representa Serenidade
Entretanto, e com todo o prazer, ofereci 18 pedras contendo todos os símbolos da Beal. As pedras vieram todas do Poço da Cesta (Casal Novo), Fajão.
Quem lá esteve sabe bem a energia que podem carregar.
É este um retiro espiritual mas sobretudo um retiro laboral! Fajão já por várias vezes me embalou trabalhos. Desta vez conto com isso…
A serra como paisagem, o calor das lareiras e dos aquecedores. A mente livre de distracções…
Até já
Ah… o nevoeiro ontem, aquando da viagem, tornou-se num gigante obstáculo! Foi o mais forte até hoje e confesso que da última vez não julguei ser isso possível…
Isto de saber quais os termos de pesquisa que leva as pessoas a este blog tem muito que se lhe diga….
Ora vejamos…
quando se gosta de alguém
porque quando se gosta de alguém não há
uma historia sobre mim
amo-te de uma forma
…. eu digo isto tudo?!
como saber se alguem gosta
E eu sei?! Tipo… E perguntar?!
pq nao gostam de mim?!
Eh pah! Pergunta difícil esta!
Gosto do inverno, a sério que gosto… mas… não podemos voltar ao calor?!
É que fico com fome a toda a hora!!