Prometi ser verdadeira, consciente, leal… sobretudo prometi viver o melhor possível. Para mim e para os outros…
Prometi viver neste mundo como em minha casa.
Tenho saudades das botas, das colinas, das jarreteiras… até um pouco do lenço (do que me recordo dele), mas sobretudo tenho saudades das descobertas, das aventuras, dos desafios partilhados e conquistados em conjunto. Das vezes em que o “conjunto” era realmente mais do que um conjunto de pessoas.
É o nosso dia, o de todos nós. Dos que saíram, dos que continuam, dos que irão ser. É o dia em que as botas e as mãos têm mais força que os lenços. O dia em que os caminhos ganham forma por serem vividos em conjunto.
Por isso escrevo com /o/. Porque o dia é do escoteiro, e escoteiro, para mim, é muito mais do que um lenço.

Sonhos são apenas sonhos, restos de sol e de luar. Deixem-me sonhar…
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