Há saltos maiores que outros, mais ousados, mais poéticos… E há uns que queremos deixar cravados na retina. Já em contagem decrescente para o derradeiro começo, para o grande salto, fui ali…
Nesta fuga à serra pude desligar o cérebro do que aí vem e usufruir do momento, fechar os olhos e deixar o sol entrar na pele.
Fajão será sempre um refúgio, será sempre uma partilha.
E há pessoas que não precisam de convite…

