Pedaços de mim

Pedaços de mim e do que me rodeia… Palavras soltas… Retalhos…

esperar… 29/09/2009

Filed under: educação,sociedade — jo @ 19:40

é que até eu sofro ao vê-los….

e como custa esperar, aguentar, ignorar… grr

muito bom!!

 

nesta sala: nós não desistimos 11/09/2009

Filed under: educação — jo @ 18:50

Porque razão tenho esta vontade de o abraçar? Porque razão sinto que ele já me conquistou?

Já me magoou com as suas palavras ingénuas e cruelmente frias, já me gelou com o tom com que se dirigiu a mim. Já me retirou todas as forças e, por momentos, apenas breves momentos, fez-me por tudo em causa.

E estranhamente, ou não, sinto que me conquistou no primeiro momento.

Não vou desistir de ti.

Porque não se desiste de quem se gosta

 

gripe 03/09/2009

Filed under: educação,sociedade — jo @ 19:20

Acho que eles já sabem os passos todos de cor.

Quanto a mim, já tenho as mãos um tanto ou quanto secas;)

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resumo 02/09/2009

Filed under: educação — jo @ 19:24

Podia dizer imensa coisa mas há apenas uma que resume:

estou feliz.


Pelos saltos dados, mas sobretudo, pelos abraços!

Pelo sentido que tudo vai ganhando…

 

Os olhos do coração 26/08/2009

Filed under: educação,leitura,música — jo @ 10:24

Há muito que procurava este livro. Descobri-o em Matosinhos, durante uma semana de estágio. Durante os dias as músicas rolavam e as crianças entoavam sempre que podiam as músicas.

Hoje, pelo correio, chegou finalmente…

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Chama-se Os Olhos do Coração e é Luís Portugal que dá a voz e tudo o resto. As letras e ilustrações são de José Guedes.

Por entre as minhas favoritas temos uma que diz:

“A guerra já começou,

também quero ir guerrear,

mas a mamã não me deixa,

tenho a sopa para acabar!

Os adultos só entendem

as coisas como elas são,

não sabem olhar as coisas

como os olhos do coração.”

ou

“Eu não estou bem convencido,

parece-me até esquisito.

Cá para mim, esta cegonha,

em vez de um maninho novo,

traz mas é água no bico.

Com tantos sítios bonitos,

eu cá para mim achei mal

a cegonha ter escolhido

entregar o mano Xixas

numa cama de hospital.”

 

o mundo é a nossa casa 02/04/2009

Filed under: educação,leitura,mundo,sociedade,tempo — jo @ 18:34

Quem já visitou a minha estante, a minha cambaleante mas resistente estante, quem a conheceu de perto, mas mesmo de perto, conhece um livro. Conhece o meu livro. Não que tenha sido mais caro que outros, não que as ilustrações sejam mais belas e eruditas, não que as palavras sejam poéticas. Mas é o meu livro.

Quem me conhece, quem comigo já partilhou estes livros, conhece-o. Quem vive comigo há vinte e quatro anos sabe que foi este que guardei para mim. Que esta é uma das minhas heranças de um tempo que já lá vai.

Sempre o chamei de O mundo é a nossa casa, sempre o guardei com carinho, receando pelas páginas rasgadas e pela cor gasta pelo tempo.

Foi publicado em 1975 e nas suas páginas surge a letra da minha mãe anotando as indicações de uma casa algures na rua José Duro, uma transversal da Avenida da Igreja.

Há pouco disse que o chamava de O mundo é a nossa casa. Hoje descobri que esse é o seu título verdadeiro.

Em pleno dia do livro infantil passeava os dedos pelos livros desta secção da FNAC quando me saltou uma lombada à vista: O mundo é a nossa casa. Apressadamente tirei-o da estante, peguei nele e gaguejei.

Sempre guardei o meu religiosamente, nunca haveria de ser emprestado. Era, julgava eu, um exemplar único para mim e difícil de encontrar em outro lado. Mas…

Foi reeditado!

E agora, com os dois na mão vejo as diferenças. O texto foi actualizado aos dias de hoje, os problemas da sociedade de hoje foram introduzidos no livro. Agora tenho os dois…

Mas o meu… continuará a ser o primeiro!

 

 

 

O mundo é a nossa casa
dizemos nós porque é
no mundo que todos os
homens vivem como uma
grande família numa
grande casa Mas a
família dos homens está
dividida e há uns que
vivem como senhores e
os outros como escravos
E por isso há guerras
e as crises e a fome
Por isso a casa está em
ruínas e em risco de se
tornar inabitável Por
isso ninguém se sente no
mundo como em sua casa
É preciso e urgente
Transformar a maneira
de viver no mundo e é
para o conseguirmos que
muitos homens trabalham
e lutam Toda a gente
sabe estas coisas mas
nem todos gostam
de falar nelas
e foi por isso que fizemos este livro”
Júlio Moreira,
Sena da Silva,
Cristina Reis e
Margarida D’Orey

 

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dia do amor 13/02/2009

Filed under: educação,ESE,espírito,tempo — jo @ 22:10

local . recreio

personagens . eu e uma princesa de 8 anos

 

m . oh! amanhã é o dia dos namorados e não tenho nenhum!!

j . não m., amanhã é muito mais do que isso. é o dia do amor!

m . oh! (fazendo cara de princesa amuda)

j . verdade. é o dia de todos os amores! e por isso tens é de estar com quem gostas e dizer-lhes o quanto gostas.

m . ah, pois. é verdade (já com meio sorriso)

j . todos os dias são bons para dizer que gostamos de alguém. por exemplo, hoje já disseste?

m . não…

j . então tens de dizer, já vamos a meio da manhã!

m . (e de braços abertos salta-me para o peito e diz de sorriso largado) Gosto de ti!!!

 

largar 09/02/2009

Filed under: educação — jo @ 20:30
   Quando nos entregamos, mas de verdade… deixamos uma marca em cada um.
   Seja quem for, tenha a entrega que contornos tiver.
   E essa marca, por ser feita com o nosso coração, por ter sido regada e cuidada, ficará. 
   Não voará com o vento, não encolherá na chuva.
   Ficará num canto de nós.
   Bem protegida.
 

I Pledge 25/01/2009

Filed under: educação,mundo,sociedade,televisão — jo @ 11:07

são figuras públicas, mas podiam não ser…

 

vídeo criado por Demi Moore e Ashton Kutcher para Barack Obama

 

 

 

brincador 23/01/2009

Filed under: educação,ESE,leitura — jo @ 18:53

 

Foi este o texto que me levou ao “muita bom”. Gosto dele há muito tempo, há muito tempo.

 

Quando for grande, não quero ser médico, engenheiro ou professor.
Não quero trabalhar de manhã à noite, seja no que for.
Quero
brincar de manhã à noite, seja com o que for.
Quando for grande, quero ser um
brincador.
Ficam, portanto, a saber: não vou para a escola aprender a ser um médico, um engenheiro ou um professor.
Tenho mais em que pensar e muito mais que fazer. Tenho
tanto que brincar, como brinca um brincador, muito mais o que sonhar, como sonha um sonhador, e também que imaginar, como imagina um imaginador… A minha mãe diz que não pode ser, que não é profissão de gente crescida.
E depois acrescenta, a suspirar: “é assim a vida”.
Custa tanto a acreditar. Pessoas que são capazes, que um dia também foram raparigas e rapazes, mas já não podem brincar.
A vida é assim? Não para mim. Quando for grande, quero ser um brincador.
Brincar e crescer, crescer e brincar, até a morte vir bater à minha porta.
Depois também, sardanisca verde que continua a rabiar mesmo depois de morta.
Na minha sepultura, vão escrever:
Aqui jaz um brincador.

Álvaro Magalhães

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cuisenaire 14/01/2009

Filed under: educação,ESE — jo @ 17:01

Porque ando à volta de uma aula com este material, aqui fica. Provavelmente um dos meus preferidos

Cuisenaire

 

obras literárias 11/01/2009

Filed under: educação,ESE — jo @ 16:15

Brilhantes são as crianças que nos fazem casar com um Ricardo Pereira e nos ditam 15 filhos e 15 filhas. Fazem-nos felizes para sempre e a viver num sítio bom e feliz ;)

 

Vitória, vitória acabou-se a história!

 

15/12/2008

Filed under: educação,escritos,ESE,espírito — jo @ 23:11

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

nojo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

genius child 03/12/2008

Filed under: educação — jo @ 22:13

criatividade

 

WWF 01/12/2008

Filed under: educação,sociedade,televisão — jo @ 12:14

 

esforço 25/11/2008

Filed under: educação,espírito — jo @ 22:02

O esforço é daquelas coisas estranhamente apaixonantes… Não sendo propriamente por ele que nos apaixonamos, é pelo resultado que lutamos.

E esse resultado, essa conquista é o que nos move. É pela beleza do cume que subimos. É pelo vento a bater na cara que nos deixamos arranhar pelas silvas.

 

Sejam quais forem os desafios, os esforços que temos de fazer, a partilha ajuda.

O saber-nos acompanhados faz-nos desfrutar mais a viagem, faz-nos rasgar mais o sorriso.

 

violados tornam-se violadores 20/11/2008

Filed under: educação,ESE,sociedade — jo @ 16:50

“A maioria das pessoas que são violadas na infância tornam-se violadores”…

E tudo parou (pela segunda vez)!! Deixei de ouvir o que se passava à minha volta e repetidamente esta frase ecoou em mim.

As pessoas que são violados tornam-se o quê?! Quem disse isto foi um professor?

Esperei pelo final da aula e pedi para falar com ele à parte… Mostrei-lhe o outro lado… Mostrei-lhe o impacto que as palavras podem ter. Pediu-me desculpa…

Afirma este docente que estudos indicam que os violadores foram, na sua maioria, violados em crianças… E que por isso se pode afirmar o contrário… Hmmm… Não me parece! A mim e às pessoas normais! Quer dizer, digo eu…

 

testamento 17/11/2008

Filed under: educação,publicidade,sociedade — jo @ 18:34

Está muito bom…

 

A cada dia que passa, acredito mais nisto.

Diz que há coisas que vem com a maturidade. A responsabilidade é uma delas.

 

recomendo 15/11/2008

Filed under: educação,leitura — jo @ 20:21

O olhar de admiradora não engana e logo no anúncio de televisão reconheci o traço da Carla Nazareth nas ilustrações. Confirmei-o quando comprei o primeiro livro.

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Tal como acontecia na colecção anterior, em que se contava os principais acontecimentos da história de Portugal (livros que já por várias vezes utilizei em aulas), este promete!

O primeiro é sobre Arquimedes.

As ilustrações e a linguagem acessível asseguram uma feliz passagem de informação.

 

Entretanto aumento a necessidade de uma nova estante…

 

declaração 09/11/2008

Filed under: educação,mundo,sociedade,televisão — jo @ 23:51

 

 
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