Pedaços de mim

Pedaços de mim e do que me rodeia… Palavras soltas… Retalhos…

sopro 26/10/2009

Arquivado em: espírito, música — jo @ 19:55

Há coisas que acontecem por acaso… e há momentos em que todo o universo parece conspirar a nosso favor. Nem que seja para criar uma bolha de ar em nosso redor e envolver-nos num doce abraço ou num meigo sorriso

Depois de ontem ter recebido uns sorrisos de “amigos” distantes ,que me deram algum embalo para trabalhar (alguns bem, bem inesperados), hoje saí mais cedo da escola e decidi-me pelo café da fnac para trabalhar o que precisava… E foi aí que ouvi lá ao longe a voz dele… A voz de um senhor de quem há muito gosto. Sebastião Antunes. Tem um novo disco. Um grande disco. Aliás, tem sobretudo uma música que irá tirar do pedestal aquela que para muitos era uma música da adolescência.

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E agora vou ali corrigir mais um pouco… É só um pouco… Volto já…


Ah, hoje a manhã foi muito difícil, como tem sido hábito. Mas estranhamente, ao mesmo tempo que me algumas palavras me magoam, os abraços de outros multiplicam-se e tornam-se mais fortes. Daqueles que magoam

 

preciso… 19/10/2009

Arquivado em: espírito — jo @ 21:47

… de um fim de semana.

… de uma massagem.

… de ter os meus pigmeus felizes.

… de uma mesa maior na sala.

… de ver os meus quadros colocados no sítio.

… de um abraço a meio da manhã.

… de perder a noção das horas de olhos fechados.

… de ouvir dizer “vai ficar tudo bem”.

 

1Set09 31/08/2009

Arquivado em: espírito — jo @ 23:27

Vou dormir…

E quando acordar…

… vou saltar

. pé direito .

 

princesa 07/03/2009

Arquivado em: ESE, espírito, música, tempo — jo @ 13:29

Ela é uma princesa de paus e terá ao seu lado um príncipe!

Após uma série de notícias bombásticas e todas igualmente boas (onde se inclui o carro…) veio a do casamento. Depois, por entre minis e safaris (que eu sou uma menina fina) brindou-se ao futuro.

A ti, princesa de paus, fica esta música! Da primeira à última nota é toda para ti.

 

Menina da Lua, Maria Rita

Leve na lembrança
A singela melodia que eu fiz
Pra ti, ó bem amada
Princesa, olhos d’água
Menina da lua

Quero te ver clara
Clareando a noite intensa deste amor
O céu é teu sorriso
No branco do teu rosto
A irradiar ternura

Quero que desprendas
De qualquer temor que sintas
Tens o teu escudo
O teu tear
Tens na mão, querida
A semente
De uma flor que inspira um beijo ardente
Um convite para amar

 

Leve na lembrança
A singela melodia que eu fiz
Pra ti, ó bem amada
Princesa, olhos d’água
Menina linda

Parabéns, Diana!

 

cura 20/02/2009

Arquivado em: espírito — jo @ 10:37

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“…A cidade está deserta,

E alguém escreveu o teu nome em toda a parte:

Nas casas, nos carros, nas pontes, nas ruas.

Em todo o lado essa palavra

Repetida ao expoente da loucura!

Ora amarga! Ora doce!

Pra nos lembrar que o amor é uma doença,

Quando nele julgamos ver a nossa cura!”

ornatos violeta – ouvi dizer

 

dia do amor 13/02/2009

Arquivado em: ESE, educação, espírito, tempo — jo @ 22:10

local . recreio

personagens . eu e uma princesa de 8 anos

 

m . oh! amanhã é o dia dos namorados e não tenho nenhum!!

j . não m., amanhã é muito mais do que isso. é o dia do amor!

m . oh! (fazendo cara de princesa amuda)

j . verdade. é o dia de todos os amores! e por isso tens é de estar com quem gostas e dizer-lhes o quanto gostas.

m . ah, pois. é verdade (já com meio sorriso)

j . todos os dias são bons para dizer que gostamos de alguém. por exemplo, hoje já disseste?

m . não…

j . então tens de dizer, já vamos a meio da manhã!

m . (e de braços abertos salta-me para o peito e diz de sorriso largado) Gosto de ti!!!

 

hoje 13/02/2009

Arquivado em: ESE, espírito — jo @ 18:59

agora, a única coisa que me lembra dizer é:

 

FéRiAs

 

isto depois de já ter almoçado no di casa e dormido na praia

 

sol na pele 11/02/2009

Arquivado em: espírito — jo @ 21:07

o sol faz parte das coisas que me alimentam

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e entre Ryan, Pedro D’Orey da Cunha, Bullough e Perenoud… que bem que soube hoje!!

 

pendentes 08/02/2009

Arquivado em: ESE, espírito, fajão — jo @ 16:17

Faço aqui um intervalo para dizer que a partir de dia 12 quero:

 

jantar fora

lanchar fora

cafezar fora

ver as estrelas em Fajão

ler todos os livros pendentes

ir ao cinema ver todos os filmes pendentes

passear

(adiantar uns quantos trabalhos)
 

imensidão 06/02/2009

Arquivado em: escotismo, espírito, fugas — jo @ 18:20
É disto.
É disto que sinto falta
Das noites a olhar o céu
Da sensação familiar e confortante que ele me dava.
É disto. É disto que tenho saudades.
Afinal:
“há que ensinar as crianças que por cima da cidade está um céu estrelado

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passou um ano e meio e é disto que realmente sinto falta!

 

perdermo-nos 20/01/2009

Arquivado em: cinema, espírito, publicidade — jo @ 19:28

 

panelas 18/01/2009

Arquivado em: espírito — jo @ 20:21

De sexta-feira houve uma frase que ficou:

 

Há uma tampa para cada panela!

(nem que seja um prato…)

 

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. 08/01/2009

Arquivado em: espírito — jo @ 19:18

F r U s T r A ç Ã o

 

deslealdade 08/01/2009

Arquivado em: escritos, espírito — jo @ 15:37

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Desculpem o tradicionalismo mas não aceito traições. Não acredito no vou ali e já volto, é só por hoje e pela manhã voltarei a ser quem era, não acredito… Podem chamar-me antiquada, fora de época ou de mente fechada. Mas a verdade é que acredito no amor. Acredito nas mil e uma formas de amar, incondicionalmente, abertamente, coloridamente, respeitosamenteplatonicamente, à distância ou apenas sexualmente. Acredito por isso que cada um de nós pode amar inúmeras pessoas e com estas ter relações com contornos diferentes. Mas compromissos, meus amigos?! Compromissos são compromissos. Se querem ter dois amigos coloridos, um assim-assim e um outro para as férias, tenham. Aproveitem a vida! E digo-o com a maior das sinceridades. Mas com compromissos é outra história…

Compromissos exigem entrega, partilha a cem por cento, disponibilidade. Exigem a abertura da nossa vida para outro alguém.

Por isso digo que namorar, casar, envelhecer ao lado de alguém não é para todos. E nisso não há nada de mal!

Pessoalmente, gosto muito mais da ideia de partilhar a vida… mas isso, isso são opiniões…

 

A janela e o barco à vela 06/01/2009

Arquivado em: escritos, espírito, fugas, leitura, mundo — jo @ 17:38

Estes versos miudinhos são meus e dele. Desculpem-me a ousadia mas há palavras que nos beijam como se tivessem boca, palavras que nos abraçam e fazem mais curtas as distâncias. Palavras há que sentimos mais nossas, como aquela música que um dia ouvimos juntos e ficará entranhada.

 

Hoje, a caminho de casa, lembrei-me que tinha algo ainda por fazer, um ATÉ JÁ prezo na garganta. Por isso hoje, e perdoe-me ele a ousadia, vai para outro alguém. Vai para alguém a quem a vida nos mudou, a quem os caminhos nos fizeram seguir mais distantes, mas sempre com uma estranha proximidade. Aquela que nos traz o amor à lembrança, aquela que nos impede de esquecer, mesmo que os dias vão passando por nós. Hoje vai para alguém a quem um “não” não pára. Hoje vai para alguém cujo sorriso contamina. Vai para alguém cuja falta sinto, tal como sentia quando estava a dez quilómetros de distância.

São agora dois mil quilómetros, apenas um PULO.

 

 

E porque GOSTO DE TI, mais do que talvez acredites. E porque sempre senti e sinto a tua falta. Por isso tudo e tudo o mais que fica a apertar o coração e a saudade, aqui vai:

 

 

A janela abriu-se e viu, no rio,

um barco à vela.

Janela: Leva-me contigo,

Barco: Espera por mim.

Janela: Fica tu comigo,

Barco: Não consigo.

 

E partiu

rio acima.

Embaciaram-se os vidros da janela

que soltou as cortinas

a acenar, a acenar

para a esteira de espuma do barco à vela

a escoar-se na neblina.

 

Tempo passou.

 

O barco pois claro que voltou.

Tinha de voltar.

 

Mal o viu,

na esquina do olhar,

a janela abriu-se de par em par.

 

Esta história chegou

ao tempo de acabar.

Mas cá para mim, disse a janela,

nunca vai terminar.

 

Eu sigo, disse o barco.

Eu fico, disse a janela.

E gritou:

Estás ancorado no meu olhar.

As minhas vidraças embaciadas

são o teu lugar cativo.

Para onde quer que vás

hás-de ficar,

comigo.

 

 

António Torrado


 

28/12/2008

Arquivado em: espírito — jo @ 14:52

 

um dia destes procura-me…

 

 

 

15/12/2008

Arquivado em: ESE, educação, escritos, espírito — jo @ 23:11

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

nojo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

amar 13/12/2008

Arquivado em: espírito — jo @ 18:20

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Amar é uma questão de liberdade, e a liberdade só é possível quando fazemos uma escolha.

E nós iludimo-nos com as nossas escolhas.

quintino, a hora do sexo, antena 3

 

frio 02/12/2008

Arquivado em: espírito — jo @ 22:32

Gosto do inverno, a sério que gosto… mas… não podemos voltar ao calor?!

É que fico com fome a toda a hora!!

 

amote 25/11/2008

Arquivado em: espírito — jo @ 23:07

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Não percebo porque é que o amo-te se escreve desta forma: amo-te, quando deveria ser desta: amote. O amo-te não deveria ter hífen ou tracinho como se costuma dizer. O amote que eu falo, este, não deveria ter espaço para que nenhuma letra respirasse, para que ficassem ali as letras apertadinhas de forma a não caber mais nenhuma porque a verdade é que quando se ama alguém não cabe mais ninguém ali, porque não há espaço, porque as letras estão literalmente sufocadas por essa palavra que se deveria escrever apenas e só assim: Amote.

 

Alvim