Foi esta. Foi esta a música que deixou Luciana Abreu com azia.A Lucy, a Nucha, a Romana, etc. Foi mais um festival da canção… E não é que desconhecidos ganharam conta a popularidade?
Flor-de-Lis, Todas as ruas do amor
Foi esta. Foi esta a música que deixou Luciana Abreu com azia.A Lucy, a Nucha, a Romana, etc. Foi mais um festival da canção… E não é que desconhecidos ganharam conta a popularidade?
Flor-de-Lis, Todas as ruas do amor
gosto muito!
Vem conversar, eu pago as imperiais e os cafés… Estou a precisar de atenção.
Tenho dado tantas voltas ao revés, perto de cair…
Eu tenho de abrir.
Este convite fica aqui, às voltas no ar. Este convite é para ti, se acaso aí chegar.
Podes não ter tempo ou disposição, podes até não estar por cá…
Ouvi dizer que tu também não andas na maior, talvez nos faça bem arejar…
Não vamos ser piegas nem trocar a dor;
somos os peões, somos campeões.
Este convite fica aqui, às voltas no ar. Este convite é para ti, se acaso aí chegar.
Podes não ter tempo ou disposição… Podes até não estar por cá.
- Ainda sabes rir? Consegues chorar? Sabes um segredo…?
- Sei lá…
jorge palma e clã
Mas é preciso morrer e nascer de novo. Semear no pó e voltar a colher. Há que ser trigo, depois ser restolho, há que penar para aprender a viver. E a vida não é existir sem mais nada, a vida não é dia sim, dia não. É feita em cada entrega alucinada, para receber daquilo que aumenta o coração.
restolho, mafalda veiga
o joão ligou-me agora para ouvir a Mafalda Veiga e o Tiago Bettencourt
a música era esta
o jogo
donna maria, vinho do porto
estes senhores
são um fenómeno
Primeiro a serra semeada terra a terra Nas vertentes da promessa Nas vertentes da promessa Depois o verde que se ganha ou que se perde Quando a chuva cai depressa Quando a chuva cai depressa E nasce o fruto quantas vezes diminuto Como as uvas da alegria Como as uvas da alegria E na vindima vão as cestas até cima Com o pão de cada dia Com o pão de cada dia Suor do rosto pra pisar e ver o mosto Nos lagares do bom caminho Nos lagares do bom caminho Assim cuidado faz-se o sonho e fermentado Generoso como o vinho Generoso como o vinho E pelo rio vai dourado o nosso brio Nos rabelos duma vida Nos rabelos duma vida E para o mundo vão garrafas cá do fundo De uma gente envaidecida De uma gente envaidecida Vinho do Porto Vinho de Portugal E vai à nossa À nossa beira mar À beira Porto À vinho Porto mar Há-de haver Porto Para o nosso mar Vinho do Porto Vinho de Portugal E vai à nossa À nossa beira mar À beira Porto À vinho Porto mar Há-de haver Porto Para o desconforto Para o que anda torto Neste navegar Por isso há festa não há gente como esta Quando a vida nos empresta uns foguetes de ilusão Vem a fanfarra e os míudos, a algazarra Vai-se o povo que se agarra pra passar a procissão E são atletas, corredores de bicicletas E palavras indiscretas na boca de algum rapaz E as barracas mais os cortes nas casacas Os conjuntos, as ressacas e outro brinde que se faz Vinho do Porto vou servi-lo neste cálice Alicerce da amizade em Portugal É o conforto de um amor tomado aos tragos Que trazemos por vontade em Portugal Se nós quisermos entornar a pequenez Se nós soubermos ser amigos desta vez Não há champanhe que nos ganhe Nem ninguém que nos apanhe Porque o vinho é português
pelo eixo norte-sul, pela segunda circular, pelo IC19…
pela voz do David Fonseca…
É difícil, Pedro Abrunhosa
Quando todos vão dormir
é mais fácil desistir,
Quando a noite está a chegar
É difícil não chorar.
Eu não quero ser
a luz que já não sou,
Não quero ser o primeiro
Sou o tempo que acabou.
Eu não quero ser
As lágrimas que vês,
Não quero ser primeiro
Sou um barco nas marés.
Querida pequenina
És o sol
Que me fascina
Tens a luz
Que me ilumina
Onde estás?
Passa tempo passa
Cai fundo
No esquecimento
Não oiças
O meu lamento
Onde estás?
Onde estás?
Xutos e Pontapés
Tal como havia acontecido com a Márcia, que conheci através da Portugália da Antena 3, hoje foi a vez do Marcelo Camelo, a solo, já que faz parte dos Los Hermanos
Janta, Marcelo Camelo e Mallu Magalhães
Eu quis te conhecer mas tenho que aceitar
Caberá ao nosso amor o eterno ou o não dá
Pode ser cruel a eternidade
Eu ando em frente por sentir vontade
Eu quis te convencer mas chega de insistir
Caberá ao nosso amor o que há de vir
Pode ser a eternidade má
Caminho em frente pra sentir saudade
Paper clips and crayons in my bed
Everybody thinks that i’m sad
I’ll take a ride in melodies and bees and birds
Will hear my words
Will be both us and you and them together
Cause i can forget about myself, trying to be everybody else
I feel allright that we can go away
And please my day
I let you stay with me if you surrender
Eu quis te conhecer mas tenho que aceitar
(I can forget about myself trying to be everybody else)
Caberá ao nosso amor o eterno ou o não dá
(I feel all right that we can go away)
Pode ser a eternidade má
(And please my Day)
Eu ando sempre pra sentir vontade.
(I’ll let you stay with me if you surrender)
Não foi a música de 2008, mas é uma das músicas de 2006, 2007, 2008 e, provavelmente dos anos seguintes…
Music, The Gift
I’m doing it for music,
I’m doing it for love,
I’m doing it for everyone around me,
and I try
I try to be the only one with this melody in my head,
but I think I hear this song somewhere.
O ano acaba e hoje passou-me uma música pelos ouvidos. Sempre gostei muito dela!
Uma verdadeira festa… a música para o novo ano!
A festa da Vida , Carlos Mendes
Que venha o sol o vinho e as flores
Marés, canções de todas as cores
Guerras esquecidas por amores;
Que venham já trazendo abraços
Vistam sorrisos de palhaços
Esqueçam tristezas e cansaços;
Que tragam todos os festejos
E ninguém se esqueça de beijos
Que tragam pendas de alegria
E a festa dure até ser dia;
Que não se privem nas despesas
Afastem todas as tristezas
Pão vinho e rosas sobre as mesas;
Que tragam cobertores ou mantas
E o vinho escorra p’las gargantas
E a festa dure até às tantas;
Que venham todos de vontade
Sem se lembrarem de saudade
Venham os novos e os velhos
Mas que nenhum me dê conselhos!
Que venham todos de vontade
Sem se lembrarem de saudade
Venham os novos e os velhos
Mas que nenhum me dê conselhos!
e não há duas sem três…
Seeing Angels, John Butler Trio
Take me for what you see
For I’m transparent in the light of you.
And look inside,
See that fire burning bright
The same one that you rekindled inside me
My mouth was dry
only you quenched my thirst
I thought I was last
You told me I was first.
And I thought I was seeing Angels
And now I know I was.
your wings around me
Feel good they always does.
So there I was
Ain’t the same man I used to be
But do you still like what you see in me.
Still see through,
always will be with you.
can you stand to see my vulnerability
For I am frightened
Shed so much I clung onto
The only things I have left is this guitar and you.
Nowhere to run
Been out here too long
Under the sun.
Am I too afraid
To get some.
To afraid to give myself some shade
I hope and pray I do some day.
O início fez-se na rua, com “actuações” para os transeuntes das ruas de Fremantle, a cidade de origem da banda, mas não de John Butler, sendo este natural de Torrance, na Califórnia. Enquanto fazia alguns trocos, aproveitou para vender a sua maqueta de apresentação. A qualidade das suas composições foi notada e recebeu convites para tocar em bares locais. Passou a tocar com alguma regularidade no Mojo’s Bar, que era gerido por Phil Stevens, o actual manager dos The John Butler Trio. A música de John Butler foi-se aperfeiçoando, o reconhecimento do seu talento crescendo e surgiu a oportunidade de gravar o primeiro álbum. John Butler saiu para o mercado em 1998. Tendo sido apoiado por dois músicos de excelência, o baterista Michael Barker e o contrabaixista Shannon Birchall. Estes acompanhavam-no nas digressões pela Austrália. A dado momento, a união oficializa-se e surgem os The John Butler Trio.
Em 2001 é editado Three, o álbum de reconhecimento do trabalho a três, o primeiro que a banda editou enquanto tal. John Butler é um artista incomparável. A sua voz profunda e madura, e uma guitarra que tem tanto de motivação groovy como de espírito roots, rematada por emotivos laivos slide, faz da paleta sónica de John Butler uma mistura única de folk com rock psicadélico em formato consciente.
Blitz
A propósito do post anterior aqui fica o trailer do filme Amália.
recomendo!
E uma das minhas minhas músicas favoritas dela, e do Alain Oulman…
Vagamundo . 1961 RTP
Depois do filme Amália, chego a casa e procuro saber mais…
Tropeço neste video…
Vejam e, aos 4 minutos e vinte, oiçam… é uma das minhas músicas preferidas…
montras
Lembro-me bem de ma terem cantado, de ma terem dedicado vezes sem conta…
Sempre a mantive na memória, relembrando nela uma relação que perdurará…
Aqui está ela…
Espero Que Esta Carta Seja Um Desejo
Espero Que Esta Carta Seja Um Desejo
Ou Te Leve Um Pouco A Minha Amizade
Ou Te Leve Um Pouco A Minha Amizade
Porque Na Amizade Todos Os Desejos
Todos Os Pensamentos
Nascem Sem Sílabas
E Curtem-Se Numa Ausência De Ruídos
Porque Tudo O Que Eu Desejo Para Mim
É Aquilo Que Eu Desejo Para Ti!
Tenho Tentado Falar Contigo
Mas Não Consigo
Não Tenho Nada De Especial
Para Lhe Dizer
Mas Olha Não É Coro Não
Mas Olha Não É Coro Não
A Minha Alma Sempre Tem
A Tua Pessoa No Meu Coração
Assim Como Eu Tenho A Luta
Dos Meus Irmãos Lá Em Angola
Jah É Meu Protector
Sabe Como Eu Te Amo
Kussondulola
Tenho saudades tuas, espelho!