Sempre gostei desta música. Não sei bem porquê… Mas sempre morou aqui bem perto.
Menina dos olhos d’água – Pedro Barroso
Sempre gostei desta música. Não sei bem porquê… Mas sempre morou aqui bem perto.
Menina dos olhos d’água – Pedro Barroso
Começa pelo enigmático Luís Bernardo, passa depois pela atarantada Eduarda (Joana Solnado) e pela encalorada Adélia (Paula Lobo Antunes) – para felicidade do senhor João – e, aos 3 minutos e cinquenta surgem o Escuridão e o Patrão! Uma delícia!
Foi esta. Foi esta a música que deixou Luciana Abreu com azia.A Lucy, a Nucha, a Romana, etc. Foi mais um festival da canção… E não é que desconhecidos ganharam conta a popularidade?
Flor-de-Lis, Todas as ruas do amor
É só a mim que o senhor TMN negócios e OralB Pulsar dá borboletas na barriga?
Agora é esperar que a próxima nudez do Equador, depois da Dalila do Carmo, da São José Correia e da Maria João Bastos, seja a do Luís Bernardo…
são figuras públicas, mas podiam não ser…
vídeo criado por Demi Moore e Ashton Kutcher para Barack Obama
donna maria, vinho do porto
estes senhores
são um fenómeno
Primeiro a serra semeada terra a terra Nas vertentes da promessa Nas vertentes da promessa Depois o verde que se ganha ou que se perde Quando a chuva cai depressa Quando a chuva cai depressa E nasce o fruto quantas vezes diminuto Como as uvas da alegria Como as uvas da alegria E na vindima vão as cestas até cima Com o pão de cada dia Com o pão de cada dia Suor do rosto pra pisar e ver o mosto Nos lagares do bom caminho Nos lagares do bom caminho Assim cuidado faz-se o sonho e fermentado Generoso como o vinho Generoso como o vinho E pelo rio vai dourado o nosso brio Nos rabelos duma vida Nos rabelos duma vida E para o mundo vão garrafas cá do fundo De uma gente envaidecida De uma gente envaidecida Vinho do Porto Vinho de Portugal E vai à nossa À nossa beira mar À beira Porto À vinho Porto mar Há-de haver Porto Para o nosso mar Vinho do Porto Vinho de Portugal E vai à nossa À nossa beira mar À beira Porto À vinho Porto mar Há-de haver Porto Para o desconforto Para o que anda torto Neste navegar Por isso há festa não há gente como esta Quando a vida nos empresta uns foguetes de ilusão Vem a fanfarra e os míudos, a algazarra Vai-se o povo que se agarra pra passar a procissão E são atletas, corredores de bicicletas E palavras indiscretas na boca de algum rapaz E as barracas mais os cortes nas casacas Os conjuntos, as ressacas e outro brinde que se faz Vinho do Porto vou servi-lo neste cálice Alicerce da amizade em Portugal É o conforto de um amor tomado aos tragos Que trazemos por vontade em Portugal Se nós quisermos entornar a pequenez Se nós soubermos ser amigos desta vez Não há champanhe que nos ganhe Nem ninguém que nos apanhe Porque o vinho é português
Numa triste reportagem da SIC sobre a caça à perdiz, caçadores dizem pérolas do género:
“Correu bem, o que interessa é que matámos umas perdizes e nos divertimos!”
Ou ainda, aquando da resposta à pergunta sobre o motivo pelo qual há menos perdizes este ano, as repostas foram algo do género:
“Talvez por este ano se ter cultivado menos”, “devido aos pesticidas”…
Meus amigos… NÃO SERÁ POR AS MATAREM?!
confesso que há coisas que me ultrapassam…