Pedaços de mim

Pedaços de mim e do que me rodeia… Palavras soltas… Retalhos…

8Set 09/09/2009

Arquivado em: tempo — jo @ 19:57

cinco anos é poucomuito pouco

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parabéns torrãozinho de açúcar :P

gosto mil de ti

 

6Set 09/09/2009

Arquivado em: tempo — jo @ 19:02

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Ai princesa… que saudades…

gosto mil de ti

 

o coração preso por um fio… 08/08/2009

Arquivado em: tempo — jo @ 12:27

 

raul 08/08/2009

Arquivado em: tempo — jo @ 12:17

 

raul 08/08/2009

Arquivado em: tempo — jo @ 12:08

sem palavras…

 

9Jul 13/07/2009

Arquivado em: tempo — jo @ 21:20

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…e foi preciso dar quase a volta ao mundo para encontrar uma foto decente do senhor!!

Quando voltamos aqui?

Adoro-te, zelito, adoro-te…

Beijo do tamanho do mundo!!

 

1958-2009 26/06/2009

Arquivado em: mundo, música, tempo — jo @ 10:37

Confesso-me com pena do misto de sentimentos que todos sentimos em relação a este homem. Espero, no entanto, que os anos passem a consigam apagar o lado negativo…

Fica esta música, uma das minhas preferidas…

Michael Jackson

 

13 Jun 13/06/2009

Arquivado em: tempo — jo @ 14:08

O dia dela…

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desde que foi tirada que adoro esta foto… resume quem és!

Parabéns menina bonita!

 

ainda 2Jun 13/06/2009

Arquivado em: tempo — jo @ 14:03

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gosto bem mais desta foto…

e escusas de dizer que “ah e tal, não é nada disso que parece…”

 

que dia… 12/06/2009

Arquivado em: tempo — jo @ 22:27

Nasce o poeta Fernando Pessoa e a menina Sara Lopes da Silva….

Morre Santo António, Vasco Santana, António Variações, Al Berto, Álvaro Cunhal e Eugénio de Andrade

É dia do turista e feriado municipal em Lisboa.

E um mês antes de eu me licenciar


 

2Jun 05/06/2009

Arquivado em: tempo — jo @ 20:27

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ah e tal, parabéns…

gosto mil

 

escolhas e rumos 29/05/2009

Arquivado em: ESE, tempo — jo @ 17:13

Não gosto de escolher. Acho que nunca gostei… Muito menos decisões deste tamanho…

Mas escolhi e orgulho-me da escolha. Será o meu caminho, o meu rumo.

E como diz o lenine… “quando eu olhar para o lado quero estar cercado só de quem me interessa.”

obrigada aos que ajudaram na escolha, aos que ficam por perto…

 

 

 

mutter 24/05/2009

Arquivado em: tempo — jo @ 17:18

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parabéns a ela!

assim como assim, fotocópias…

 

diva 23/05/2009

Arquivado em: espetáculos, música, tempo — jo @ 11:25

 

Ontem chamaram-lhe a melhor voz feminina portuguesa, uma mulher feita do material das divas. Com um gingar de ancas e um sorriso traquinas, agradeceu.

 

subscrevo tudo 

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Esta senhora é um fenómenoSónia Tavares, aqui a dar a voz aos Hoje (Amália Hoje)

 


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ontem à noite, na fnac do colombo

 

Menina dos olhos d’água 08/05/2009

Arquivado em: música, televisão, tempo — jo @ 22:02

Sempre gostei desta música. Não sei bem porquê… Mas sempre morou aqui bem perto.

Menina dos olhos d’água – Pedro Barroso

 

25 de Abril 25/04/2009

Arquivado em: leitura, tempo — jo @ 19:35

 
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“Esta é a madrugada que eu esperava

O dia inteiro e limpo

Onde emergimos da noite e do silêncio

E livres habitamos a substância do tempo.“

 

Sophia de Mello Breyner Andresen

 

muito mais do que um lenço 23/04/2009

Arquivado em: escotismo, tempo — jo @ 21:03

Prometi ser verdadeira, consciente, leal… sobretudo prometi viver o melhor possível. Para mim e para os outros…

Prometi viver neste mundo como em minha casa.

 

Tenho saudades das botas, das colinas, das jarreteiras… até um pouco do lenço (do que me recordo dele), mas sobretudo tenho saudades das descobertas, das aventuras, dos desafios partilhados e conquistados em conjunto. Das vezes em que o “conjunto” era realmente mais do que um conjunto de pessoas.

 

É o nosso dia, o de todos nós. Dos que saíram, dos que continuam, dos que irão ser. É o dia em que as botas e as mãos têm mais força que os lenços. O dia em que os caminhos ganham forma por serem vividos em conjunto.

 

Por isso escrevo com /o/. Porque o dia é do escoteiro, e escoteiro, para mim, é muito mais do que um lenço.

 

 

Sonhos são apenas sonhos, restos de sol e de luar. Deixem-me sonhar…

 

17 abr 17/04/2009

Arquivado em: tempo — jo @ 23:18

Umas vezes mais facilmente, outras com mais dificuldade… este dia custa a passar…

Gosto bem mais do que sou agora do que era há quatro anos. Gosto bem mais do que cada um é…

Não mudaria uma virgula, uma decisão.

Não trocaria um segundo desde então.

 

Mais do que isto só o tempo trará. Só novos ventos poderão fazer.

 

 

O tempo perguntou ao tempo quanto tempo o tempo tem… O tempo respondeu ao tempo que o tempo tem tanto tempo quanto o tempo tempo tem.

 

esquilo

 

you… 05/04/2009

Arquivado em: ESE, tempo — jo @ 22:20

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Não?!

 

o mundo é a nossa casa 02/04/2009

Arquivado em: educação, leitura, mundo, sociedade, tempo — jo @ 18:34

Quem já visitou a minha estante, a minha cambaleante mas resistente estante, quem a conheceu de perto, mas mesmo de perto, conhece um livro. Conhece o meu livro. Não que tenha sido mais caro que outros, não que as ilustrações sejam mais belas e eruditas, não que as palavras sejam poéticas. Mas é o meu livro.

Quem me conhece, quem comigo já partilhou estes livros, conhece-o. Quem vive comigo há vinte e quatro anos sabe que foi este que guardei para mim. Que esta é uma das minhas heranças de um tempo que já lá vai.

Sempre o chamei de O mundo é a nossa casa, sempre o guardei com carinho, receando pelas páginas rasgadas e pela cor gasta pelo tempo.

Foi publicado em 1975 e nas suas páginas surge a letra da minha mãe anotando as indicações de uma casa algures na rua José Duro, uma transversal da Avenida da Igreja.

Há pouco disse que o chamava de O mundo é a nossa casa. Hoje descobri que esse é o seu título verdadeiro.

Em pleno dia do livro infantil passeava os dedos pelos livros desta secção da FNAC quando me saltou uma lombada à vista: O mundo é a nossa casa. Apressadamente tirei-o da estante, peguei nele e gaguejei.

Sempre guardei o meu religiosamente, nunca haveria de ser emprestado. Era, julgava eu, um exemplar único para mim e difícil de encontrar em outro lado. Mas…

Foi reeditado!

E agora, com os dois na mão vejo as diferenças. O texto foi actualizado aos dias de hoje, os problemas da sociedade de hoje foram introduzidos no livro. Agora tenho os dois…

Mas o meu… continuará a ser o primeiro!

 

 

 

O mundo é a nossa casa
dizemos nós porque é
no mundo que todos os
homens vivem como uma
grande família numa
grande casa Mas a
família dos homens está
dividida e há uns que
vivem como senhores e
os outros como escravos
E por isso há guerras
e as crises e a fome
Por isso a casa está em
ruínas e em risco de se
tornar inabitável Por
isso ninguém se sente no
mundo como em sua casa
É preciso e urgente
Transformar a maneira
de viver no mundo e é
para o conseguirmos que
muitos homens trabalham
e lutam Toda a gente
sabe estas coisas mas
nem todos gostam
de falar nelas
e foi por isso que fizemos este livro”
Júlio Moreira,
Sena da Silva,
Cristina Reis e
Margarida D’Orey

 

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