Sempre gostei de fazer anos… Mas este ano sinto-me diferente…
Talvez com medo de que seja mais um dia mau…
Sempre gostei de fazer anos… Mas este ano sinto-me diferente…
Talvez com medo de que seja mais um dia mau…
Vai daí e as coisas até vão correndo bem. Sobretudo graças a estas duas entidades:
e
Mas de facto há que fazer um brinde à Lisboagás, essa grande entidade que de prático tem pouco e de razoável muito menos. Vai daí aquilo que podia ter sido tratado com um simples telefonema teve de ser com uma “procuração”, com documentos originais, com uma deslocação a Lisboa… Irra que são difíceis!!
Serve o presente post para pedir AJUDA
aos leitores no que toca a
encaixotar
e
transportar bens essenciais.
please…
doem os bracinhos…
há dias que podem ser de felicidade, há dias que devem ser nossos…
há dias, e noites, que não devem ser estragados…
há sorrisos que não devem ser roubados…
“Amanhã saberás…”
e de repente, a hipótese de faltaram 24 horas para saber, tiraram-me um peso dos ombros…
Mas depois lembrei-me…. “amanhã… ou depois, ou depois…”
A vacina contra a difteria, tétano e tosse convulsa ou pertussis – DTPa – é tomada aos 2, 4, 6 e 18 meses, e uma nova dose entre os 5-6 anos.
Já a vacina contra a doença invasiva por hemófilo B – Hib – é tomada na mesma altura, exceptuando os 5-6 anos…
Viva o plano de vacinação, todos os efeitos secundários e precauções de cada uma das vacinas, todos os riscos de casa doença. Viva a motalidade neonatal, perinatal e afins. Viva a poliomielite e a porotidite. Viva as alterações cromossómicas e toda a gestação. Viva a alimentação durante a após o primeiro ano de vida. Vida a saúde em geral!
Viva o facto de… não ser educadora de infância?!
Sting e The Chieftains
Um tanto ou quanto difícil dizer o que sinto em relação a esta música. Vêm-me à memórias as curvas da serra, as urzes do mato, a imensidão dos penedos…
Vêm os verões, as inúmeras vezes em que tinha de ser à “meia-noite em casa”. Os mergulhos no rio, as estrelas na capela, os fins-de-semana do tamanho de quinze dias. Vêm à memória os madeiros no inverno…
Isto de saber quais os termos de pesquisa que leva as pessoas a este blog tem muito que se lhe diga….
Ora vejamos…
quando se gosta de alguém
porque quando se gosta de alguém não há
uma historia sobre mim
amo-te de uma forma
…. eu digo isto tudo?!
como saber se alguem gosta
E eu sei?! Tipo… E perguntar?!
pq nao gostam de mim?!
Eh pah! Pergunta difícil esta!
Ando mesmo apaixonada pelo Alvim. Só isso explica o colocar aqui um texto seu demostrando todo o amor pelos encarnados.
Este é para o meu Avô, para o João Tiago, para o Marco, para o Pedro e para o Tiago. E para todos os restantes benfiquistas….
Nunca sei como será ser de outro clube que não o Benfica e também não quero. É uma ignorância boa, esta, a de não querer saber, a de recusar logo à partida o conhecimento de algo que não nos importa. Só me interessa o Benfica, confesso, e logo à partida é fácil perceber pela fria análise morfológica do nome, que o clube que amo, é uma instuição que pratica o bem, que pede, rogando, para que fique: Bem! Fica! E o bem, como se ouvindo, fica mesmo, e com ele, como se uma mágica terra se elevasse, ficam não todos os benfiquistas, mas sim, todos os benfiquenses.
Existe um “ismo” no Benfica de uma magnitude rara, que não se confunde nem se imiscui com outros ismos mesquinhos que outrora serviram doutrinas, reformas várias e pessoas poderosas. O Benfiquismo é um “ismo” dos bons, que se impõe, precisamente, não se impondo, que se percebe justamente ao não se perceber, e que mesmo não se vendo, se sente e sofre como se de um amor carnal de tratasse.
Quando se grita pelo Benfica é como se gritássemos em tenra idade pela nossa mãe mesmo sabendo que está ali tão perto, pela libertina vontade de gritar pelo que nos pertence, para que saiba que não somos de nenhum outro, para que fique claro que lhe dedicamos a rouquidão que se esmorece na nossa voz.
Sou do Benfica desde que me lembro e não tenho memória curta. É nela que cabem mil imagens que correm de calções agora mesmo. Lembro-me do Néné, ali vai ele, do número 7, calções brancos, por vezes com risco ao meio, chuteiras novas, o filho bem comportado que qualquer mãe gostaria de ter tido. Do Carlos Manuel, dos livres do Carlos Manuel, da garra do Carlos Manuel quando pegava a bola a meio campo e durante metros a levava com ele, como se fosse um gigante, altíssimo, como se a levasse para casa, imponente, quebrando a barreira do som com a velocidade que lhe imprimia. E o inferno era aquilo, o inicio da corrida, a multidão a levantar-se, ninguém quieto por um instante que fosse “oh senhor, sente-se lá para eu ver”, todos a falar com as mãos, a dizer “passa a bola” e “vamos vamos” “ é agora, é agora” “ força, força” ao qual se seguia, não raras vezes, um ciclópico “aaaaahhhhhh” num imenso coro de vozes, invariavelmente seguido de palmas e um sincrónico bater de pé, ou em outros casos menos felizes, apenas um bater de pé e nomes impronunciáveis.
Acho que já disse que sou do Benfica e nunca é demais dizê-lo, como daquelas vezes em que não nos cansamos de dizer “amo-te” a uma pessoa, mesmo que esta já o saiba há muito. Porque nos dá gosto dizer “Benfica” como se fosse um “Amo-te” repetido até à exaustão. Porque ser do Benfica é dizer “Amo-te” muitas vezes. Porque é o amor que nos une e nos cega e nos faz dizer que não, não é penalty quando todos sabemos que foi, ali, à nossa frente, “com o diabo” dizemos, mesmo não o querendo admitir, “não é, não é” sabendo que estamos a mentir. Porque o amor vê mãos onde não existem, este amor de que vos falo e escrevo agora, vê faltas que nunca foram cometidas, foras de jogo, cartões que ficaram por mostrar, culpas que nunca a nossa, mas também vê o resto, os equipamentos, os jogadores a beijar a camisola como se fosse um país, o ritual da águia que dá a volta ao estádio em busca de novos perdedores, desculpem, predadores, ainda o estádio, o velho e o novo, o luxo das cadeiras de agora e o glória das outras, o Eusébio, o Chalana, o Diamantino, o Veloso e a luz intensa que nos olha a todos. A luz, estranha luz esta, o hino do piçarra, a vaidade com que o canta, as bandeiras a agitarem vitoriosas, os golos, aquele e mais o outro que ainda hoje recordamos, as jogadas sinfónicas, os maestros de então, os golos, chegar muito cedo para ficar horas seguidas a olhar o relvado, os golos, as horas que passamos a entoar cânticos, a discutir os jornais, a falar sobre o Benfica, a telefonar para os amigos de outros clubes para lhes fazer inveja com os nossos resultados, a esperar sempre, os golos, os 5 minutos à Benfica, este inferno bom, o nosso, igual a nenhum outro, este Benfica, este estado de alma, este amor rouco que não nos cansamos de repetir mil vezes.
Alvim
Segundo dados das Listas Nacionais de Adopção, 1.856 crianças estão em condições de ser adoptadas: 536 até aos três anos, 453 entre os quatro e os seis anos, 476 entre os sete e os dez anos, 339 entre 11 e 15 anos e 52 com mais de 15 anos.
Os mesmos dados revelam que dos 2363 candidatos inscritos até ao final de Setembro (um candidato pode estar representado em mais do que um grupo etário), 2308 querem adoptar crianças até aos três anos.
sic online
Já houve tempos em que esta música era cantada em qualquer altura, sempre que nos juntávamos. Já lá vai o tempo que acreditávamos que iríamos estar sempre juntos. Já lá vai o tempo em que tudo se fazia apenas pelo prazer de colocar o lenço ao pescoço. Já lá vai o tempo em que acreditava em tudo o que dizias, ainda que no fundo soubesse que quase tudo era mentira.
Já lá vai o tempo, uns oito anos…
Mas a música ficou. Porque essa é eternamente um hino ao amor, à cumplicidade, porque a música merece muito mais do que as histórias que com ela se fazem.
Só que hoje Viu o tempo que perdeu Sabes esse alguém sou eu E agora eu vou-te contarEu não sei O que é que te hei-de dar Nem te sei Inventar frases bonitas Mas aprendi uma ontem Só que já me esqueci Então olha gosto muito de ti
“Prometes que não foges?”
Eu não fujo! Continuo onde sempre estive. Seja aqui ou na China…
Para isso basta deixarem-me livre!!
Livre para querer voltar…
A senhora disse:
- um estudo cientifico sueco diz que o café faz diminuir os seios….
:s
- mas é só em alguns casos!
Ah, bom!!
- é só para quem bebe mais de 3 cafés…
:s
- mas não são todas!
Ah, bom!!
- É só quem não toma a pílula!
Ai, mãe…
E se a isto juntarmos a perda de peso, que sabemos por experiência que também os faz diminuir, qualquer dia…
Ai deus meu…
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