Pedaços de mim

Pedaços de mim e do que me rodeia… Palavras soltas… Retalhos…

para onde vão eles?! 31/10/2008

Filed under: Uncategorized — jo @ 19:20

A senhora disse:

– um estudo cientifico sueco diz que o café faz diminuir os seios…. 

:s

– mas é só em alguns casos!

Ah, bom!!

– é só para quem bebe mais de 3 cafés…

:s

– mas não são todas!

Ah, bom!!

– É só quem não toma a pílula!

Ai, mãe…

 

E se a isto juntarmos a perda de peso, que sabemos por experiência que também os faz diminuir, qualquer dia…

Ai deus meu…

 

quando se gosta de alguém

Filed under: espírito — jo @ 16:48

Para quem não sabe acordo todos os dias (úteis) entre as 6h30 e as 6h50 e tenho o hábito de ligar logo a antena 3. Hoje não foi excepção… Do outro lado estava o Alvim, como habitualmente… Desta vez lia um texto que, logo ao acordar, me deixou em lágrimas… Este senhor sabe escrever e sabe ler muito bem aquilo que escreve!!

 
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Esta coisa de gostar de alguém não é para todos e, por vezes – em mais casos do que se possa imaginar – existem pessoas que pura e simplesmente não conseguem gostar de ninguém. Esperem lá, não é que não queiram – querem! – mas quando gostam – e podem gostar muito – há sempre qualquer coisa que os impede. Ou porque a estrada está cortada para obras de pavimentação. Ou porque sofremos de diabetes e não podemos abusar dos açucares. Ou porque sim e não falamos mais nisto. Há muita gente que não pode comer crustáceos, verdade? E porquê? Não faço ideia, mas o médico diz que não podemos porque nascemos assim e nós, resignados, ao aproximar-se o empregado de mesa com meio quilo de gambas que faz favor, vamos dizendo: “Nem pensar, leve isso daqui que me irrita a pele”.

Ora, por vezes, o simples facto de gostarmos de alguém pode provocar-nos uma alergia semelhante. E nós, sabendo-o, mandamos para trás quando estávamos mortinhos por ir em frente. Não vamos.. E muitas das vezes, sabendo deste nosso problema, escolhemos para nós aquilo que sabemos que, invariavelmente, iremos recusar. Daí existirem aquelas pessoas que insistem em afirmar que só se apaixonam pelas pessoas erradas. Mentira. Pensar dessa forma é que é errado, porque o certo é perceber que se nós escolhemos aquela pessoa foi porque já sabíamos que não íamos a lado nenhum e que – aqui entre nós – é até um alívio não dar em nada porque ia ser uma chatice e estava-se mesmo a ver que ia dar nisto. E deu. Do mesmo modo que no final de 10 anos de relacionamento, ou cinco, ou três, há o hábito generalizado de dizermos que aquela pessoa com quem nós nos casámos já não é a mesma pessoa, quando por mais que nos custe, é igualzinha. O que mudou – e o professor Júlio Machado Vaz que se cuide – foram as expectativas que nós criamos em relação a ela. Impressionados?

Pois bem, se me permitem, vou arregaçar as mangas. O que é díficil – dizem – é saber quando gostam de nós. E, quando afirmam isto, bebo logo dois dry martinis para a tosse. Saber quando gostam de nós? Mas com mil raios, isso é o mais fácil porque quando se gosta de alguém não há desculpas nem “ ai que amanhã não dá porque tenho muito trabalho”, nem “ ai que hoje era bom mas tenho outra coisa combinada” nem “ ai que não vi a tua chamada não atendida”.

Quando se gosta de alguém – mas a sério, que é disto que falamos – não há nada mais importante do que essa outra pessoa. E sendo assim, não há sms que não se receba porque possivelmente não vimos, porque se calhar estava a passar num sítio sem rede, porque a minha amiga não me deu o recado, porque não percebi que querias estar comigo, porque recebi as flores mas pensava não serem para mim, porque não estava em casa quando tocaste.

Quando se gosta de alguém temos sempre rede, nunca falha a bateria, nunca nada nos impede de nos vermos e nem de nos encontrarmos no meio de uma multidão de gente. Quando se gosta de alguém não respondemos a uma mensagem só no final do dia, não temos acidentes de carro, nem nunca os nossos pais se sentiram mal a ponto de nos impossibilitarem o nosso encontro. Quando se gosta de alguém, ouvimos sempre o telefone, a campaínha da porta, lemos sempre a mensagem que nos deixaram no vidro embaciado do carro desse Inverno rigoroso. Quando se gosta de alguém – e estou a escrever para os que gostam – vamos para o local do acidente com a carta amigável, vamos ter com ela ao corredor do hospital ver como estão os pais, chamamos os bombeiros para abrirem a porta, mas nada, nada nos impede de estar juntos, porque nada nem ninguém é mais importante, do que nós.

Fernando Alvim

 

orgulho

Filed under: Uncategorized — jo @ 15:55

Recebi hoje este e-mail:

 

Joaninha
 
Isto vai de vento em popa! Até já lhe mando este mail sobretudo para agradecer tanta paciência e boa vontade.
 
Bjs Maria Luisa Rita
É de uma das minhas alunas!!! De uma das princesa!!! Já mandam e-mails e tudo! Que orgulho 😀
 

estranho 30/10/2008

Filed under: espírito — jo @ 19:32

Estranho o dia de hoje… Apesar do sono que me moía o corpo e a alma, passei a manhã sorridente, bastante até!!

Foi então que tudo mudou..

Foi então que um abraço era o que vinha mesmo a calhar…

 

Ah… Não me deixaram dar sangue… Aparentemente a bronquite que apresentava (e que me acompanha quase permanentemente) podia agravar-se gravemente se o fizesse.

E pensar que tive um belo trabalho a organizar tudo!!!

 

Já só faltam cinco horas para acabar… Amanhã será diferente…

 

princesas electrónicas 29/10/2008

Filed under: educação — jo @ 15:33

Para quem não sabe às quartas de manhã dedico-me agora a ajudar lindas princesas entre os 50 e os 75 anos a dar os primeiros passos no mundo da informática… Elas são uma delícia!!

 

Hoje, ao criarem contas de e-mail uma delas estava muito preocupada…

H-Mas Joana, quando é que pagamos?

J-É grátis, qualquer um pode criar uma conta de e-mail…

H-Sim, mas então como acabamos com ela?

J-Como acabam? Mas o objectivo é terem uma para receberem e enviares e-mails!

H-Então mas eu não quero ter contas!! Quero ter tudo pago!!!

 

😉

 

E vai a Joana e esclarece… Aquilo a que andava a chamar “conta electrónica” passaria a chamar-se “caixa de correio” ou “endereço de e-mail”, dependendo do contexto…

Ai, esta língua portuguesa!!!

 

upa 27/10/2008

Filed under: música,sociedade — jo @ 20:19

Como gosto de ouvir a voz da minha princesa aqui!

 

Aqui podem ver a promo…

 

Aqui ouvir a música!!

 

Não me resta nada
Sinto não ter forças para lutar
É como morrer de sede no meio do mar e afogar
Sinto-me isolado
Com tanta gente á minha volta
Vocês não ouvem o grito da minha revolta

Choro a rir
Isto é mais forte do que pensei
Por dentro sou um mendigo que aparenta ser um rei
Não sei do que fujo
A esperança pouco me resta
Triste ser tão novo e já achar que a vida não presta

As pernas tremem
O tempo passa
Sinto o cansaço
O vento sopra
Ao espelho vejo o fracasso
O dia amanhece
Algo me diz para ter cuidado
Vagueio sem destino
Nem sei se estou acordado

Sorriso escasseia
Hoje a tristeza é rainha
Não sei se a alma existe
Mas sei que alguém feriu a minha
Às vezes penso se algum dia serei feliz
Enquanto oiço uma voz dentro de mim que me diz

(M) Chorei
(M) Mas não sei se alguém me ouviu
(M) E não sei se quem me viu
(M) Sabe a dor que em mim carrego
(M) E a angústia que se esconde
(M) Vou ser forte e vou-me erguer
(M) Ter coragem de querer
(M) Não ceder nem desistir
(M) Eu prometo
(M) Busquei
(M) Nas palavras o conforto
(M) Dancei no silêncio morto
(M) E o escuro revelou
(M) Que em mim a luz se esconde
(M) Vou ser forte e vou-me erguer
(M) E ter coragem de querer
(M) Não ceder nem desistir
(M) Eu prometo

Não há dia que não pergunto a Deus
Porque nasci?
Eu não pedi
Alguém me diga o que faço aqui
Se dependesse de mim teria ficado aonde estava
Aonde não pensava, não existia, não chorava

Prisioneiro de mim próprio
O meu pior inimigo
Às vezes penso que passo tempo demais comigo
Olho para os lados,
Não vejo ninguém para me ajudar
Um ombro para me apoiar
Um sorriso para me animar

Quem sou eu? 
Para onde vou? 
De onde vim?
Alguém me diga,
Porque me sinto assim?
Sinto que a culpa é minha mas não sei bem porquê
Sinto lágrimas nos olhos mas ninguém as vê!

Estou farto de mim,
Farto daquilo que sou,
Farto daquilo que penso
Mostrem-me a saída deste abismo imenso
Pergunto-me se algum dia serei feliz
Enquanto oiço uma voz dentro de mim que me diz

(M) Chorei
(M) Mas não sei se alguém me ouviu
(M) E não sei se quem me viu
(M) Sabe a dor que em mim carrego
(M) E a angústia que se esconde
(M) Vou ser forte e vou-me erguer
(M) Ter coragem de querer
(M) Não ceder nem desistir
(M) Eu prometo
(M) Busquei
(M) Nas palavras o conforto
(M) Dancei no silêncio morto
(M) E o escuro revelou
(M) Que em mim a luz se esconde
(M) Vou ser forte e vou-me erguer
(M) E ter coragem de querer
(M) Não ceder nem desistir
(M) Eu prometo

 

a 266 dias

Filed under: ESE,espírito — jo @ 18:56

Diria que este ano é impróprio para cardíacos! Desde a aulas surpresa à conversa sistemática dos convitestudo abana! Entretanto cá andamos nós, tentando manter a cabeça entre as orelhas e o coração no peito. Cá vamos nós avaliando todos os dias se estamos mais inclinados para partir ou ficar… Cá andamos a tentar superar-nos e tentando não desiludir quem acredita em nós (incluindo nós próprios).

Hoje foi a aula surpresa: estômago nas costas e lá vamos nós. Correu bem. Foi introdução do Pretérito Imperfeito. Depois o trânsito ao final do dia e mais uma vez a convicção de que serei mais feliz fora do caos citadino. Sinceramente, prefiro guardar a imagem de Lisboa iluminada e tradicional que tanto gosto. prefiro viver em calmaria e voltar quando o coração apertar

Primeiro desafio superado. Agora, e porque ainda são 17h55m, há que ler um texto sem sabor e pensar nas próximas aulas…

Entretanto, e para aqueles que me procuram, desculpem a ausência

Até já!