Pedaços de mim

Pedaços de mim e do que me rodeia… Palavras soltas… Retalhos…

courage 15/01/2009

Filed under: mundo,sociedade — jo @ 22:00

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queda de avião no rio Hudson, nenhuma vítima mortal

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WWF 01/12/2008

Filed under: educação,sociedade,televisão — jo @ 12:14

 

violados tornam-se violadores 20/11/2008

Filed under: educação,ESE,sociedade — jo @ 16:50

“A maioria das pessoas que são violadas na infância tornam-se violadores”…

E tudo parou (pela segunda vez)!! Deixei de ouvir o que se passava à minha volta e repetidamente esta frase ecoou em mim.

As pessoas que são violados tornam-se o quê?! Quem disse isto foi um professor?

Esperei pelo final da aula e pedi para falar com ele à parte… Mostrei-lhe o outro lado… Mostrei-lhe o impacto que as palavras podem ter. Pediu-me desculpa…

Afirma este docente que estudos indicam que os violadores foram, na sua maioria, violados em crianças… E que por isso se pode afirmar o contrário… Hmmm… Não me parece! A mim e às pessoas normais! Quer dizer, digo eu…

 

testamento 17/11/2008

Filed under: educação,publicidade,sociedade — jo @ 18:34

Está muito bom…

 

A cada dia que passa, acredito mais nisto.

Diz que há coisas que vem com a maturidade. A responsabilidade é uma delas.

 

declaração 09/11/2008

Filed under: educação,mundo,sociedade,televisão — jo @ 23:51

 

what?!

Filed under: sociedade,televisão — jo @ 14:44

Numa triste reportagem da SIC sobre a caça à perdiz, caçadores dizem pérolas do género:

“Correu bem, o que interessa é que matámos umas perdizes e nos divertimos!”

Ou ainda, aquando da resposta à pergunta sobre o motivo pelo qual há menos perdizes este ano, as repostas foram algo do género:

“Talvez por este ano se ter cultivado menos”, “devido aos pesticidas”…

Meus amigos… NÃO SERÁ POR AS MATAREM?!

 
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confesso que há coisas que me ultrapassam…

 

upa 27/10/2008

Filed under: música,sociedade — jo @ 20:19

Como gosto de ouvir a voz da minha princesa aqui!

 

Aqui podem ver a promo…

 

Aqui ouvir a música!!

 

Não me resta nada
Sinto não ter forças para lutar
É como morrer de sede no meio do mar e afogar
Sinto-me isolado
Com tanta gente á minha volta
Vocês não ouvem o grito da minha revolta

Choro a rir
Isto é mais forte do que pensei
Por dentro sou um mendigo que aparenta ser um rei
Não sei do que fujo
A esperança pouco me resta
Triste ser tão novo e já achar que a vida não presta

As pernas tremem
O tempo passa
Sinto o cansaço
O vento sopra
Ao espelho vejo o fracasso
O dia amanhece
Algo me diz para ter cuidado
Vagueio sem destino
Nem sei se estou acordado

Sorriso escasseia
Hoje a tristeza é rainha
Não sei se a alma existe
Mas sei que alguém feriu a minha
Às vezes penso se algum dia serei feliz
Enquanto oiço uma voz dentro de mim que me diz

(M) Chorei
(M) Mas não sei se alguém me ouviu
(M) E não sei se quem me viu
(M) Sabe a dor que em mim carrego
(M) E a angústia que se esconde
(M) Vou ser forte e vou-me erguer
(M) Ter coragem de querer
(M) Não ceder nem desistir
(M) Eu prometo
(M) Busquei
(M) Nas palavras o conforto
(M) Dancei no silêncio morto
(M) E o escuro revelou
(M) Que em mim a luz se esconde
(M) Vou ser forte e vou-me erguer
(M) E ter coragem de querer
(M) Não ceder nem desistir
(M) Eu prometo

Não há dia que não pergunto a Deus
Porque nasci?
Eu não pedi
Alguém me diga o que faço aqui
Se dependesse de mim teria ficado aonde estava
Aonde não pensava, não existia, não chorava

Prisioneiro de mim próprio
O meu pior inimigo
Às vezes penso que passo tempo demais comigo
Olho para os lados,
Não vejo ninguém para me ajudar
Um ombro para me apoiar
Um sorriso para me animar

Quem sou eu? 
Para onde vou? 
De onde vim?
Alguém me diga,
Porque me sinto assim?
Sinto que a culpa é minha mas não sei bem porquê
Sinto lágrimas nos olhos mas ninguém as vê!

Estou farto de mim,
Farto daquilo que sou,
Farto daquilo que penso
Mostrem-me a saída deste abismo imenso
Pergunto-me se algum dia serei feliz
Enquanto oiço uma voz dentro de mim que me diz

(M) Chorei
(M) Mas não sei se alguém me ouviu
(M) E não sei se quem me viu
(M) Sabe a dor que em mim carrego
(M) E a angústia que se esconde
(M) Vou ser forte e vou-me erguer
(M) Ter coragem de querer
(M) Não ceder nem desistir
(M) Eu prometo
(M) Busquei
(M) Nas palavras o conforto
(M) Dancei no silêncio morto
(M) E o escuro revelou
(M) Que em mim a luz se esconde
(M) Vou ser forte e vou-me erguer
(M) E ter coragem de querer
(M) Não ceder nem desistir
(M) Eu prometo